26/05/2009

UK Subs: subversão à inglesa

Nick Garrat, Paul Slack, Charlie Harper e Pete Davies,
a formação clássica do UK Subs

UK SUBS, abreviação para Subversivos do Reino Unido, é um dos grupos punks mais conhecidos do universo (sim, se há vida em outros lugares - e tenho certeza que há - o som deles deve ter ecoado por lá). Não há no mundo um punk que não conheça a banda liderada há 33 anos pelo vocalista Charlie Harper, o bisavô do punk (o avô é Iggy Pop). Apesar de a história da banda também ser bem "popular", o FZ, devido à proposta do blog, não pode deixar de contá-la. No entanto, são mais de três décadas e trocentas mudanças de formação - é provável que algo em torno de uma centena de pessoas já tocou com Charlie Harper. Portanto, vou me concentrar no período entre 76 e 82, época em que o UK Subs se estabeleceu como uma das principais bandas de todos os tempos. Não que após isso não tenha tido mais importância, pelo contrário, mas depois dessa fase inicial as mudanças de formação são tantas que talvez o mais certo seria ter rebatizado o grupo como "Charlie Harper and the (eventuals) UK Subs".


BORN A ROCKER...
A história do grupo é bastante peculiar desde o início. Ao contrário da maioria das bandas inglesas que surgiram na fase inicial do punk, entre 75 e 77, o UK Subs não foi formado por moleques: Harper já tinha 32 anos e era já um veterano no mundo do rock. Sua primeira banda foi o Charlie Harper's Free Press, que começou em 1964 e depois virou Charlie Harper Band. Após essa primeira experiência ainda apareceu algumas vezes como baixista de um grupo de funk chamado Bandanna. Quando o punk começou a "brotar" na Inglaterra, Harper comandava uma banda de Rhytm&Blues chamada Marauders, que fazia um som tipo Dr. Feelgood, bem "pub rock", e ensaiava no fundo do seu salão de cabeleireiro (sim, ele ganhava a vida e sustentava a banda cortando cabelos e tinha uma boa freguesia feminina!).
Então o baterista Rob Harper envolveu-se com alguns punks e convenceu o grupo a mudar de rumo. Os dois Harper (não eram irmãos) juntamente com o baixista Steve Slack e o guitarrista Thomas (há biografias em que aparece como Richard) Anderson formaram o The Subversives, logo abreviado para The Subs (o UK foi adicionado ao nome mais tarde, por influência do hino Anarchy in the UK e porque descobriram que já existia uma banda escocesa chamada The Subs). Mas Anderson, que era negro, resolveu tornar-se missionário na África e abandonou o barco. A vaga foi preenchida por Nick Garrat, que colocaria o Subs de vez nos descaminhos do punk rock. Quando ele entrou na banda, o repertório já tinha alguns dos clássicos do UK Subs, como I Couldn't Be You (composta por Anderson) e I Live in a Car, mas também permaneciam covers de R&B, que Garrat deixou claro deveriam deixar de ser tocadas para ele continuar. Charlie concordou.
Assim como Charlie, Nick tinha uma boa experiência musical. Começou a tocar guitarra em 1970 e passou por diversas bandas de tudo que é estilo, desde soul e jazz-fusion até rock progressivo. Quando entrou no Subs havia acabado de sair do obscuro South of The River, pois queria fazer um som mais enérgico. Sem banda, fez um teste no The Rejects (uma das primeiras bandas punks da Inglaterra, bem desconhecida e que não gravou nada oficialmente). Acabou não entrando, mas descobriu o tipo de som que queria fazer.
Em outubro de 77, três dias depois de Garrat ser admitido, o UK Subs tocou em um pub chamado Tooting Castle com um baterista temporário chamado Steve Jones (não o Pistol) e Steve Slack. Essa apresentação pode ser considerada a estréia da banda. Mas a guinada definitiva para o punk se deu quando Rory Lyons assumiu as baquetas. Ele seria responsável por levar o Subs ao Roxy e ao Vortex, duas mecas do punk londrino. A partir dessas apresentações, em novembro de 77, o grupo começou a ganhar público - obviamente que com toda a energia que sempre tiveram - composto pelos punks mas radicais. E, à medida que consolidavam um estilo, os shows eram cada vez mais intensos tanto por parte da banda como do público. Assim, quase sempre terminava tudo em quebradeira (não brigas). Mas faltava mesmo consolidar uma formação, pois Steve e Rory sempre deixaram claro que eram apenas "quebra-galhos" e deixaram o grupo no final de 77. Para o lugar do baixista, o irmão de Paul, que sempre acompanhara a banda, acabou sendo uma escolha natural. Na batera, a próxima tentativa seria com Robbie Boudock, que se revelaria uma grande heroinômano e depois de umas três apresentações trocou seu equipamento por droga. Teve que sair, claro. Então, Pete Davies, ex-baterista do Dick Envy, banda que de vez em quando tocava junto com os Subs, foi convidado a substitui-lo e aceitou. Enfim, o UK Subs que o mundo conheceria estava formado, com Charlie Harper, Nick Garrat, Paul Slack e Pete Davies. Esta seria, sem qualquer dúvida, a mais estável e criativa formação da banda.
Nesse meio tempo aconteceu a primeira aparição do Subs em vinil, com duas faixas (I Live in a Car e Telephone Numbers) na coletânea Farewell to the Roxy, gravadas ao vivo (ainda com Steve e Rory) no clube onde, para muitos, nasceu o punk rock londrino. Mais tarde o show inteiro do Roxy seria lançado em um LP chamado Live Kicks, que rolou bastante por aqui por na época.
Já passava da hora de procurar uma gravadora. Não foi difícil, principalmente depois de uma bem sucedida aparição no programa de John Peel (mais tarde lançada em compacto), que teria se oferecido a financiar um primeiro EP. Não foi preciso: Phil Scott da independente City Records (que lançou, entre outros, as Gilrschool) foi atrás deles e em 22 de setembro de 78 chegava às loja o EP com C.I.D., I Live in a Car e B.1.C. (parece que Charlie Harper tem uma encanação com siglas). As boas vendas da (clássica) bolachinha, alavancadas por um apoio irrestrito de John Peel (descanse em paz grande homem) e shows cada vez mais lotados facilitou para assinarem um contrato com a GEM Records, pertencente ao grupo RCA.
Contrato com um selo forte, dois a três shows por semana, "popularidade" cada vez maior. Esse foi o espetacular ano de 1979 para o UK Subs. O primeiro single com a nova gravadora foi Stranglehold, com a música título do disco no lado A e War World e Rockers no (sensacional, diga-se) lado B. Apenas uma semana após gravarem o segundo compacto eles já estavam de volta ao estúdio e começaram as sessões para o primeiro LP, no qual registraram praticamente tudo o que tocavam desde o início e apenas cinco sons novos (Killer, TV Blues, Blues, Crash Course e Young Criminals). Another Kind of Blues é uma preciosidade punk. Um clássico atemporal, comparável a LPs consagrados como, entre outros, Never Mind the Bollocks... (Sex Pistols). The Clash (idem) ou Inflammable Material (S.L.F.). Blues, como ficou conhecido o disco, consolidou o Subs como uma das bandas mais radicais de seu tempo. Ao lado de Sham 69 e Angelic Upstarts, Harper e seus comparsas eram considerados os grandes expoentes da segunda onda punk (embora todos tenham começado durante a primeira onda). Ainda que não fizessem um som rápido, a agressividade com que tocavam e as letras politizadas foram precursoras do hardcore, o som que mudaria a cara do punk rock no início da década que se aproximava.
Ainda em 79, lançaram dois compactos. Um deles, Tomorrow's Girls, com a música título no lado A (remix da versão do LP) mais Scum of The Earth e Telephone Numbers, sobras das sessões de Blues (ambas incluídas na versão do LP em CD). O outro, com um cover de She's Not There (do Zombies), Kicks, Victim e The Same. Um grande EP, que dava uma mostra do que estava por vir, além de marcar a estréia de Nick Garrat como produtor.
1980 começou com os Subs no estúdio para a gravação do segundo LP, Brand New Age. Mais um clássico. Até hoje tenho dúvidas de qual dos dois LPs é melhor. Atualmente prefiro Blues, mas já gostei muito do segundo. A produção de Charlie e Nick conseguiu manter a energia da banda ao vivo, mas com uma qualidade de gravação superior ao primeiro LP. É de Brand New Age a faixa Warhead, provavelmente a música mais conhecida do Subs, que pouco depois sairia em compacto com as inéditas The Harper, um instrumental composto por Nick em homenagem a Charlie e um cover de I'm Waiting For My Man, de Lou Reed. Outro single extraído deste sgundo LP foi Teenage, com um dos melhores lados B de todos os tempos: Left For Dead e New York State Police.
Agora o UK Subs já era uma das maiores bandas punks do mundo. As tournês sucediam-se em ritmo alucinante. Tocaram por toda a Europa e foram aos EUA. No giro histórico, estavam acompanhados pelo Ramones. Quem viu, viu. Enquanto isso, nós aqui no Brasil brigávamos para fazer um ou outro festival, sempre com a políca nos calcanhares....
Mas com a banda no auge, os primeiros problemas começaram a surgir. A cada dia ficava mais claro que havia dois UK Subs. O de Charlie e Nick e o Pete e Paul. Enquanto os dois primeiros dedicavam-se de corpo e alma à banda, os outros pareciam querer apenas curtir, ou seja, "cumpriam tabela", nada mais. Não demorou, os líderes do grupo decidiram que após o fim de mais uma das muitas tournês, colocariam as cartas na mesa e mudariam tudo. Com Paul nem foi preciso, pois cansado das inúmeras viagens, pediu para sair. Já Pete, foi dispensado. O último show do quarteto foi no Rainbow Theater, em Londres. A apresentação foi gravada para um futuro disco ao vivo, lançado pouco depois da mudança. Ironicamente, Crash Course tornaria-se o LP mais vendido do UK Subs. Mas chegava ao fim uma das melhores formações da história do punk. Um quarteto semininal para que o Exploited proclamasse que Punk's Not Dead (infelizmente, uma parte dele, sim, morria com a decisão de Charlie e Nick).


...DIE A ROCKER
A nova cozinha do UK Subs foi formada com Alvin Gibbs, ex-The Users, e Steve Roberts, ex-Cyanide. Ambos bem familiarizados com o som da banda (qual punk não era à quela altura?). Nos shows não tiveram dificuldades, mas em estúdio... O novo UK Subs estreou com um compacto, Party in Paris/Fall of the Empire, extraído das sessões do terceiro LP, Diminished Responsability. As mudanças não se resumiram à formação e ao visual adotado (estilo "new romantic"). Logo na faixa inicial do LP, You Don't Belong, nota-se a adição de um sintetizador. O som continuava pesado e as letras politizadas, mas o Subs parecia perdido entre buscar uma inovação, ou o aperfeiçoamento do "som UK Subs" ou ainda agradar a nova geração punk, representada pelo HC de grupos como GBH, Discharge, Vice Squad, etc. Diminished não é um disco ruim, pelo contrário, mas estava muito longe da genialidade e agressividade dos lançamentos anteriores. Eu sempre digo que é um disco sem rumo, além de a produção de Mike Leander, que trabalhou na maioria dos sucessos do comercialíssimo Gary Glitter, ter deixado muito a desejar. Ele não entendia porra nenhuma de rock pesado, muito menos punk. Em compensação, o disco não ia mal nas lojas, talvez com uma ajuda de Crash Course, que vendia cada vez mais. Além disso, a tour de Diminished Responsabilty foi a maior que haviam realizado até então e a primeira pela Europa com eles como banda principal.
O próximo lançamento, o EP Keep On Running, seria o último pela GEM Records. Além da faixa título a bolacha saiu com uma versão em francês de Party in Paris mais Perfect Girl e Ice Age.
O single fracassou e a GEM perdeu o interesse pela banda. Assim, a quebra do contrato foi natural e sem brigas, mesmo porque tinham uma boa proposta da NEMS, uma gravadora cuja reputação era duvidosa. Ainda em 1981 lançaram o single Countdown/Plan of Action pela nova parceira, mas já sentiram como seriam as coisas: divulgação zero.
Mas, dispostos a apagar a má impressão deixada pelo LP anterior, foram atrás de um produtor mais antenado ao mundo punk. Fizeram contato com Guy Stevens, o mesmo de London Calling do The Clash. Mas depois da primeira conversa desisitiram, já que o cara fez quatro sugestões: colocarem mais teclados, backing vocals femininos, trocar o vocalista e mudar de nome. Bastardo! Nick encarregou-se do serviço e, como sempre, o fez muito bem.
No quarto LP, Endangered Species, lançado apenas em 1982, o UK Subs recuperou, digamos, 80% da energia, o que bastava para fazer um disco genial. A faixa título, principalmente, poderia estar em qualquer um dos primeiros discos. Mas o mais importante é que a antiga coesão e o peso excepcional que marcou o grupo nos primeiros anos estava de volta. Pena que descobriram porque a NEMS tinha má fama: a gravadora não deu qualquer suporte para promover o disco. Por isso, talvez esse tenha sido um dos "melhores discos menos ouvidos dos anos 80". O contrato com a NEMS foi por água abaixo.
A seguir, por conta própria, arranjaram uma agência para promover uma segunda tour pelos EUA, com o Anti Nowhere League como banda de abertura. Antes, porém, na tour européia, Steve Roberts começou a abusar cada vez mais do álcool. Sempre bêbado, acabou provocando vários inconvenientes, como ir preso por zoar no aeroporto. Nada demais se a banda não tivesse de cancelar um show. Ficou claro que ele não poderia acompanhá-los nos EUA, onde fariam até cinco voos em um só dia! A contragosto tiveram de dispensá-lo. Para seu lugar chamaram John Towe (olha ele aí de novo), ex-Chelsea, Generation X e com uma breve passagem pelo Adverts. Mas quem acabou ficando com as baquetas foi Mal Asling, que na época tocava com o Chelsea. Com Charlie, Nick, Alvin e Mal entraram em estúdio e gravaram um EP chamado A.W.O.L., que só seria lançado em 1987! Muito bom, por sinal. Então voaram para os EUA e fizeram uma tour de 40 dias com casas sempre lotadas. Muito trabalho, mas pela primeira vez viram grana de verdade.
No retorno à Inglaterra, mais uma vez o grupo se mostrava dividido. Desta vez, com Alvin e Nick, certamente tocados elo sucesso nos EUA, com planos de fazer discos mais elaborados e Charlie Harper cada vez mais convicto de que sua vida estava no palco. Tocar ao vivo tornara-se uma espécie de droga para ele. Assim, montou o Urban Dogs, um grupo paralelo junto com Knox (guitarrista do Vibrators) para manter-se em atividade enquanto os Subs, agora uma banda "grande" que dificilmente fazia shows em pequenos pubs, os locais preferidos de Charlie, não tinha nada agendado.
Apesar de o fim parecer eminente, ainda em 1982 gravariam o single Shake Up the City, com três faixas (Self Destruct, Police State e War of the Roses) e JohnTowe na bateria. A seguir, fizeram mais uma tour de muito sucesso pelos EUA, desta vez com bandas locais abrindo os shows. No retorno, a divisão ficou cada vez mais clara. Nick e Alvin estavam convencidos de que poderiam conseguir um grande contrato nos EUA, não queriam mais tocar em lugares pequenos e, principalmente Nick, estava cansado de tocar as mesmas músicas a cada show (e eram muitos shows!). Uma tour pela Polônia, cancelada meses antes havia sido confirmada. Fizeram lá os últimos shows da primeira fase do UK Subs. A última aresentação, para um público de 24.000 ensandecidos poloneses, em Varsóvia, foi a maior que haviam feito até então. Mas era tarde, algumas decisões já estavam tomadas e na volta a Londres, Alvin e Nick anunciaram a saída.
Poderia ter sido o fim, mas Charlie não podia ficar sem sua "heroína" e chamou Steve Slack e Steve Jones (o batera) de volta e juntamento com Captain Searlet na guitarra, voltou a fazer shows sob o nome "The Original UK Subs". Essa formação chegou a lançar um LP, Flood of Lies, um dos menos conhecidos do grupo, apesar de ser muito bom. Era, na verdade, não um recomeço, mas o início de uma outra história, que dura até os dias de hoje. De 1983 em diante, várias encarnações do UK Subs surgiram a cada ano, inclusive com o retorno de Alvin e Nick em 1988 (gravaram o LP Killing Time), 1996 (gravaram dois LPs de uma só vez: Riot e Quintessentials) e recentemente em 2000 e 2004 para tournês.


Baixe os três melhores discos do UK Subs: Another Kind of Blues, Brand New Age e Endangered Species

SUBS FACTS
  • Rob Harper, o primeiro batera do UK Subs, tocou no embrionário The Clash de 1976.
  • B.1.C. originalmente chamava-se Ronald Biggs, já Rockers era Totters (ciganos que vivem na zona sul de Londres). Nick Garrat foi o responsável pelas mudanças nas duas músicas.
  • A banda ficou muito chateada com a Stiff Records por Live Kicks. Primeiro por não receberem nada pelo lançamento, depois porque nas fotos aparece a formação com Paul Slack e Pete Davies, mas quem tocou no show do Roxy foram Steve Slack e Rory Lyons.
  • Em 1979, Julian Temple, o diretor do filme The Great Rock'n'Roll Swindle (Sex Pistols) fez um documentário de 20 minutos sobre o UK Subs. Em uma das cenas, um punk sai de um caixão coberto com a a bandeira da Inglaterra e atira em quatro pessoas que representavam os skinheads, os hippies, os mods e os roqueiros. Era a representação da morte desses estilos pelo punk rock. Nada demais, se não tivesse sido filmada dentro de uma igreja...
  • Os primeiros três singles e o LP Blues foram gravados no estúdio Kigsway, pertencente a Ian Gillian, do Shit Purple, com produção de John McCoy (baixista da Ian Gillan Band). Ao final das sessões do LP, sempre rolava uma algazarra no estúdio, incentivada or John. Após todas as gravações, os Subs pegaram John e quase o mataram sufocado em uma dessas brincadeiras. Bons tempos...
  • A primeira prensagem inglesa de Crash Course saiu acompanhada de um EP de 12" grátis, também gravado ao vivo, com quatro faixas, chamado For Export Only. Não sei se essas músicas foram incluídas na versão em CD.
  • O Urban Dogs, a banda paralela de Charlie gravou três LPs: Urban Dogs (1983), No PedigreeWipeout Beach (1998). No primeiro, Alvin Gibbs é o baixista.
  • Charlie Harper gavou um disco solo, em 1981, chamado Stolen Property, no qual canta apenas covers de rock dos anos 60 e 70. Lançou ainda dois singles solos: Freaked e London Barmy Army, este segundo, o único com pegada punk.
  • Os nomes dos discos oficiais do grupo seguem uma ordem alfabética, como é possível notar pela lista abaixo (nem todos são de estúdio)

    Another Kind of Blues (1979)
    Brand New Age (1980)
    Crash Course (1980)
    Diminished Responsibility (1981)
    Endangered Species (1982)
    Flood of Lies (1983)
    Gross Out USA (1984)
    Huntington Beach (1985)
    In Action (1986)
    Japan Today (1987)
    Killing Time (1988)
    Live in Paris (1989)
    Mad Cow Fever (1991)
    Normal Service Resumed (1993)
    Occupied (1996)
    Peel Sessions 1978-79 (1997)
    Quintessentials (1997)
    Riot (1997)
    Submission (1999)
    Time Warp (2000)
    Universal (2002)
    Violent State (2005)


6 comentários:

  1. hi mate!
    a marvellous blog!
    uk subs & the adverts were great!
    take care.

    javier
    http://javiercrasher.blogspot.com/

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  2. Michel Munhoz5/27/2009

    BAH!...Meu! Sem comentários! ABRAÇÃO STRONGOS!

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  3. Putz!! Só agora descobri este fantásticos blog.
    Hey STRONGOS, devo dizer-te que sua dedicação a este site e a riqueza de infos. são admiraveis.
    Espero também que você fale sobre a cena punk brazuca dos 80's (bandas, zines, etc.). Sei que existiam várias dificuldades, mas existiram várias pessoas dedicadas de coração a fazer algo produtivo / positivo.

    E também estou ansioso para ver os PDFs dos zines originais.

    Parabéns e vida longa ao Factor Zero

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  4. Javier, your blog is really great. Rare stuff and good text. Thank you...

    Michel, valeu o comentário sem comentários.

    Marcelo, estou atrás das cópias do FZ, tá difícil, mas uma hora tudo se acerta. Continue visitando que tem muita coisa boa por vir!

    Saudações anárquicas a todos!

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  5. Maurício5/28/2009

    MAS AH STRONGOS!

    U.K. Subs mata a pau! Uma das minhas bandas favoritas, e quando se trata de bandas inglesas de punk rock pra mim perde só para o The Clash.

    Esses três álbuns que tu postou são maravilhosos, especialmente o primeiro, Another Kind of Blue.

    Valeu cara, abração!

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  6. Porra, puta post, parabens!
    Uk subs é uma das minhas bandas favoritas, muito loko saber da história detalhada da banda.. Novamente parabens!

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